Espaço Reservado a poesias, imagens, literatura, cronicas e pensamentos, por Monica Gomes Teixeira Campello de Souza.
domingo, 11 de novembro de 2018
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Quem Somos?
Somos feitos de contradição,
Somos malditos!
Temos todos um só coração,
Somos benditos!
Somos água na terra, açúcar e sal,
Somos orgânicos!
Trazemos o potencial do mal,
Somos românticos!
Somos tudo que há, amor e ódio,
Somos vivos!
Somos seres, somos ócio,
Somos mitos!
Somos medo e certeza,
Somos medonhos!
Somos amor e beleza,
Somos sonhos!
Somos bárbaros, somos ritos.
Perdidos numa longa estrada.
Somos apenas livros reescritos,
Somos nada.
Imagem e Poesia por Monica Gomes Teixeira Campello de Souza (mgtcs)
Todos os direitos reservados
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Destino
Espere e
olhe no presente,
O que foi
feito do seu futuro,
O que se
realizará na frente,
Será traçado
a cada segundo;
Cada segundo
do passado,
Alterar-se-á
a cada pensamento,
Alterar-se-á
a cada passo dado,
Exatamente
nesse momento;
Espere, mas não
o suficiente,
Para tornar
a nova escolha insignificante.
Espere e
olhe intensamente,
E deseje
imerso em esperança
A leitura de
cada uma dessas linhas,
Pode parecer
sem significância,
Mas quem
sabe ao fim dessa leitura
Seja suficiente apenas a lembrança.
Imagem e Texto por Mgtcs
Todos os direitos reservados.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
O Gigante Acordou!
Eis que finalmente vislumbramos um futuro melhor, espero que em PAZ possamos MUDAR esse Brasil, sem partido, sem politicagem, apenas com a voz, o Hino nacional e a Bandeira Brasileira!
Por mgcs
Por mgcs
terça-feira, 4 de junho de 2013
Saudade
É melancólica e perdura n'alma.
Como um sopro de vida e de morte.
É alimento para o ser que chora.
Faz-se presente inabalável, e forte.
Traz lembranças perdidas do que foi.
Traz sentimentos do que poderia ser.
Vasculha e abala o espírito,
Redimensiona o que nos faz viver.
É ela tão dolorida, e persiste.
Como ferida aberta, incurável,
Quer transforma e revolve a vida.
E segue e perdura inabalável.
É ela amarga como fel;
E encarna grande crueldade;
Quando se perde alguém que se ama;
Resta ela, a mísera saudade.
Poema e Imagem por Monica Gomes Teixeira Capello de Souza
Todos os direitos reservados.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Casamento do Medo com a Coragem
O medo disse
à coragem que parasse de ousar
A coragem então sorriu, com esperança no olhar.
O medo então
sem saída, mas sem ter o que falar,
Muito, muito
reticente decidiu acompanhar.
A cada ponto da estrada o medo ia e
parava,
Atrasando a coragem que destemida o
puxava.
Olharam o horizonte em certo ponto da
estrada
O medo cansado e triste percebeu longa
jornada;
A coragem impaciente olhou o medo de
frente,
Breve brisa então soprou, viu-se um
vulto de repente,
O medo então apontou à coragem o
obstáculo;
Aproximou-se uma jovem, causando um certo
impacto.
A jovem agradável e bela os chamou a
descansar;
O medo desconfiado passou a lhe
observar,
Pensou ter visto a donzela em outra
longa viagem,
Mas conversaram algum tempo, sobre casos
da coragem.
Indagada pelo medo se já se haviam
conhecido
A coragem então fitou-a com seu olhar
destemido,
Ela sorriu amigável, mas com
assertividade,
E começou a falar com toda amabilidade,
Sempre
que se encontrarem coragem e medo em missão
Estarei aqui por perto apenas por
precaução
Agradeço a atenção e a vossa audiência,
Os senhores então me chamem simplesmente
de PRUDÊNCIA.
Imagem e texto por Monica Gomes Teixeira Campello de Souza
Todos os direitos reservados
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